Internacional
Dientes de Navarino
O trekking mais austral do mundo, na ilha Navarino, ao sul do Canal de Beagle.
Doze dias de travessia integral pelos Alpes Franceses, entre gîtes, refúgios e vales que preservam a autenticidade alpina — sempre com vistas para o Mont Viso.
O Tour du Queyras percorre o maciço de forma completa, conectando aldeias históricas, refúgios tradicionais e vales que preservam a autenticidade dos Alpes do Sul. A travessia segue um ritmo progressivo, alternando colos elevados, lagos glaciais e cristas panorâmicas, sempre com vistas amplas para o Mont Viso — a montanha mais alta dos Alpes Cotianos, na fronteira entre França e Itália.
O encadeamento dos pernoites — de Saint-Véran ao Refuge Agnel, dos vales italianos ao planalto de Furfande, até o retorno a Ceillac — cria uma leitura contínua da paisagem alpina, com a logística cuidando de tudo: transporte de mochila entre a maioria dos alojamentos, hospedagem garantida em gîtes e refúgios, e alimentação completa na montanha.
Para quem é: pessoas com bom condicionamento físico, acostumadas a caminhadas regulares ou atividades de resistência, sem necessidade de experiência prévia em travessias alpinas. Para quem não é: quem não consegue caminhar 15 km em terreno acidentado sem desconforto significativo, ou precisa de longas pausas para recuperação — os refúgios têm horário rígido de jantar e a jornada diária não perdoa ritmo muito lento.
Grupo de 4 a 8 participantes. A edição de 2026 (20 ago–01 set) já está esgotada — os refúgios do Queyras têm capacidade limitada e reservas antecipadas são essenciais.
Parcelado em até 6x no PIX (+3%, entrada de 15% confirma a vaga) · pagamento misto PIX + cartão · cartão de crédito em até 10x (com taxas da operadora) — total de € 2.987 nas opções parceladas.
Quero participarPagamento em euros ou reais, convertido pela cotação do euro turismo do dia. Condições completas na Política de Cancelamento.
De Lyon ao coração do Queyras e de volta — a volta integral ao maciço.
O grupo se encontra em Lyon e inicia a transição para o ritmo da montanha — ajuste de equipamentos e expectativas antes da travessia.
Viagem de trem até o arco alpino, acompanhando a paisagem mudar conforme os vales se estreitam. Traslado final até Ceillac, vila que preserva a estética dos Alpes do Sul.
Encostas amplas e pastagens na subida ao Col des Estronques. Chegada a Saint-Véran, vila de arquitetura tradicional e altitude histórica.
Da Chapelle de Clausis ao Col de Chamoussière, com possível acesso ao Pic de Caramantran e o primeiro contato com a faixa dos três mil metros. Chegada ao Refuge Agnel, sob o domínio visual do Mont Viso.
Travessia do Col Vieux e sequência de lagos glaciais — Foréant e Égorgéou. Descida extensa até L'Echalp, com transição do ambiente mineral para encostas arborizadas.
Floresta de mélèzes até o Col Lacroix, corredor natural entre França e Itália. Chegada ao Rifugio Jervis, num vale verdejante do lado piemontês.
Retorno à França pelo Col d'Urine, mirante natural entre montanhas. Descida por vale longo, passando por vilarejos históricos como Valpréveyre.
Vale do Malrif até o Grand Laus, um dos lagos mais emblemáticos da região, seguido da travessia do Col du Malrif — uma das panorâmicas mais impressionantes do maciço.
Aproximação do Pic de Rochebrune rumo ao Col de Péas. Descida progressiva por áreas de floresta e pelo sereno Lac de Roue.
Subida ao Col de Furfande: pastagens altas, chalés tradicionais e um planalto suspenso entre os vales, com conjunto arquitetônico preservado.
Travessia do Col de la Lauze, com gargantas esculpidas pela erosão formando um corredor dinâmico até o vale do Guil. Chegada ao tranquilo Bramousse.
Último dia de trekking, atravessando o Col de Bramousse — com possível variante pela panorâmica Crête des Chambrettes. Descida final completa a volta integral ao maciço.
Viagem de retorno de trem, transição suave da alta montanha ao ambiente urbano — o fechamento natural da expedição.
Rastreamento satelital e comunicação de emergência em toda a travessia — o sinal de celular é limitado em grande parte do percurso.
Monitoramento de clima e análise diária de rota, com protocolos de segurança aplicados durante toda a travessia.
Suporte técnico integral da Vara Mato do início ao fim da travessia, com briefing completo antes da partida.
Somos representantes oficiais Coris — acesso direto aos planos corretos para trekking em áreas remotas, com mais de três anos de suporte comprovado.
É obrigatório contratar seguro viagem com cobertura para esportes de aventura em áreas remotas — não incluso no investimento, mas essencial para uma experiência segura nos Alpes. Operamos sob a Declaração de Tirol e mantemos política de segurança pública.
São 11 dias de caminhadas consecutivas de 5 a 8 horas, com desníveis de 600 a 1.200 m por dia. Bom condicionamento físico é essencial — não é necessária experiência prévia em travessias alpinas, mas familiaridade com terrenos irregulares faz diferença. Clientes Vara Mato têm 10% de desconto exclusivo em toda a loja Columbia (site e lojas físicas) para equipar a travessia.
A equipe muda a cada saída. O padrão de condução, nunca.
Organizamos expedições para ambientes remotos e técnicos ao redor do mundo — dos Alpes à Patagônia — com roteiros autorais e operação própria de ponta a ponta.
De 4 a 8 participantes nesta travessia — ritmo equilibrado, mais segurança em terreno alpino e atenção individual dos guias.
Transporte de mochila, hospedagem garantida e transportes internos resolvidos — você caminha leve, com foco no terreno e na experiência.
Garmin InReach e Starlink acompanham o grupo onde o sinal de celular não chega — segurança que não depende de infraestrutura local.
Representantes oficiais Coris há mais de três anos, com suporte comprovado em situações reais de montanha.
Operamos sob a Declaração de Tirol, com política de segurança pública e decisões sempre baseadas na segurança do grupo.
Moderado a difícil — jornadas consecutivas de 5 a 8 horas, com desníveis de 600 a 1.200 m por dia. Se você não consegue caminhar 15 km em terreno acidentado sem desconforto significativo, esta travessia pode não ser adequada.
Não. É obrigatório contratar seguro com cobertura para esportes de aventura em áreas remotas, mas o custo não está incluso no investimento. A Vara Mato é representante oficial Coris e pode indicar o plano correto.
Estruturas simples e tradicionais, com quartos coletivos, camas em beliches e pouca privacidade. Banhos podem ser limitados ou pagos, e o horário de jantar é rígido (geralmente 19h) — refúgios não guardam refeição para quem chega atrasado.
Na maioria dos pernoites, sim. Nas três noites de acesso restrito (Rifugio Jervis, Furfande e Les Fonts de Cervières), a mochila grande segue direto para o pernoite seguinte e você carrega apenas o essencial na mochila de ataque.
Não é necessária, mas é importante ter bom condicionamento físico, familiaridade com terrenos irregulares e resistência para dias consecutivos de caminhada.
É inexistente na maior parte do percurso. A comunicação é feita por rádio e rastreamento satelital (Garmin InReach), com Starlink complementar quando as condições técnicas permitem.
Refúgios com capacidade reduzida esgotam rápido no verão europeu. Fale com um guia e garanta sua vaga na volta integral ao Queyras.
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